Cassol entrega benefícios e inaugura iluminação natalina em Ouro Preto

O governador Ivo Cassol entregou na tarde desta quarta-feira (25) veículos e equipamentos para o Corpo de Bombeiros e inaugurou a ampliação do prédio da Corporação de Ouro Preto do Oeste. O valor total dos veículos e equipamentos é de R$ 500 mil, recursos próprios do Governo do Estado. “É uma alegria e satisfação entregar mais veículos e equipamentos para os bombeiros continuarem combatendo os incêndios, prestando os primeiros socorros e salvando vidas”, afirmou o governador, que comentou sobre as parcerias que tem realizado com o prefeito Alex Testoni, visando melhorar todas as áreas do município, oferecer um atendimento qualificado para a comunidade, além de promover melhoria da qualidade de vida.

Durante a solenidade, o Corpo de Bombeiros recebeu um caminhão de combate a incêndio, um veículo Gol, equipamentos de proteção individual, informática e rádio de comunicação. “Agradecemos o governador pelo investimento de mais de R$ 10 milhões no Corpo de Bombeiros, que até 2003 só tinhas veículos antigos ou emprestados e, atualmente, tem uma excelente frota, equipamentos e bombeiros qualificados para atender a população em casos de incêndios, acidentes e apoiando as pessoas que necessitam serem levadas de suas residências até o hospital”, afirmou o comandante, coronel Nunes.

De acordo com o diretor de comunicação do Corpo de Bombeiros, Tenene Cel. BM, Demargli da Costa Farias, o prédio foi ampliado e ganhou novas salas administrativas, garagem e auditório. A reforma foi realizada com recursos do Governo do Estado, por meio da Secretaria Regional, prefeitura e parcerias. “A entrega destes veículos e equipamentos, além da ampliação do prédio, melhora a condição de atender a população, a vistoria técnica dos estabelecimentos e garante a segurança dos bombeiros”, afirmou Farias.

Durante o evento, o governador entregou oficialmente quatro caminhões caçambas, dois caminhões de coleta de lixo, uma pá-carregadeira, uma retroescavadeira e uma ambulância para a administração municipal. Os veículos foram adquiridos por meio de emendas parlamentares, no valor de R$ 2 milhões, do deputado estadual Francisco Dantas e ex-deputado Alex Testoni, atual prefeito de Ouro Preto do Oeste.

O prefeito Alex Testoni comentou sobre as parcerias que a administração municipal tem feito com o Governo do Estado para resgatar o município e beneficiar a comunidade. “O governador Ivo Cassol e o vice-governador João Cahulla tem beneficiado Ouro Preto do Oeste com veículos, programa Cidade Limpa, na área da Saúde, infra-estrutura, entre outros benefícios que ajudam a melhorar a qualidade de vida da população e o desenvolvimento dos trabalhos realizados pela prefeitura. Agradeço o Governo do Estado pelas parcerias”, disse o prefeito.

Cassol disse que o maquinário já estava trabalhando no município e que apensa a entrega oficial estava sendo realizada. “Vou continuar contribuindo, com o que eu puder, para ajudar no desenvolvimento de Ouro Preto”, afirmou o governador.

Em seguida, Cassol e Alex Testoni inauguraram a belíssima iluminação natalina, que pode ser vista desde a entrada da cidade e em 12 avenidas. A iluminação foi feita com lâmpadas led, que duram até 35 vezes mais que as lâmpadas tradicionais e são econômicas. A banda Marcial animou a inauguração. Encerrando a agenda em Ouro Preto, o governador participou da final do Campeonato Noturnão, no Complexo Esportivo.

O evento contou com a participação do prefeito Alex Testoni, primeira-dama Patrícia Testoni, vice-prefeita Joselita Araújo, comandante geral do Corpo de Bombeiros, Cel BM Ronaldo Nunes, comandante do Grupamento Sargento BM Adilson José de Souza, comandante regional dos Bombeiros, Capitão BM Roberto Eloi de Souza, deputado estadual, Kaká Mendonça, diretor geral do Detran, Joarez Jardim, prefeito de Urupá Célio Lang, secretários regionais Adinaldo Andrade e Ari Saraiva, pastor José Pocidônio, vereadores, entre outras autoridades.


Secretaria Regional de Ji-Paraná
Jornalista- Carolina Camilo
9971-1281

Aldo Rebelo diz que comissão da Câmara Federal analisará sugestões de RO

O deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP), presidente da comissão especial criada na Câmara Federal para analisar as propostas do novo Código Florestal e Ambiental, disse nesta sexta-feira (20) durante audiência pública realizada no auditório da Ulbra, em Ji-Paraná, que as sugestões de Rondônia apresentadas aos deputados federais serão analisadas com “bastante critério” no fechamento do relatório sobre o tema.

“Essas propostas serão discutidas com maior intensidade dentro da própria comissão especial, mas é importante que os representantes de cada estado acompanhem atentamente as discussões em Brasília. A idéia é inserir essas propostas antes do projeto seguir para a votação em plenário”, disse Aldo Rebelo, afirmando que a luta em defesa da revisão no novo Código Florestal não será fácil.

Aldo Rabelo, que é relator da comissão especial que analisa o novo Código Florestal e Ambiental, reconheceu o empenho dos desbravadores da Amazônia quando vieram ocupar a fronteira do território brasileiro. “Sou grato pela forma corajosa dos agricultores que ocuparam Rondônia na década de 70. Meu sentimento é de gratidão e ao mesmo tempo reconhecimento. Da mesma forma que precisamos da floresta, precisamos da agricultura”, disse.

Associações e produtores ligados ao setor produtivo defendem a preservação do meio ambiente, mas são contra a recuperação de áreas que já foram desmatadas e hoje estão sendo utilizadas na criação de gado, produção de café e outras culturas. Os agricultores expressaram ser inviável economicamente utilizarem 20% de área de suas propriedades rurais para produção agrícola e reservar 80% para preservação.

O presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, deputado Neodi Carlos (PSDC) e o deputado Jesualdo Pires (PSB) participaram das discussões. Neodi, a convite da comissão especial, proferiu palestra sobre o tema.

Audiências públicas - O Poder Legislativo rondoniense foi quem teve a primeira iniciativa de discutir com os representantes do setor produtivo do Estado a revisão do Código Florestal Brasileiro. Audiências públicas realizadas nos municípios de Porto Velho, Ariquemes, Ji-Paraná, Rolim de Moura e Vilhena serviram para colher subsídios para discussão do código florestal e serão também encaminhadas para Brasília. As audiências públicas foram requeridas pelo deputado Luiz Cláudio (PTN) e receberam o apoio de todo o Poder Legislativo.

A comissão especial criada para analisar propostas de novo Código Ambiental e Florestal é formada pelos deputados Moacir Micheletto (PMDB-PR), Anselmo de Jesus (PT-RO), Homero Pereira (PR-MT) e Nilson Pinto (PSDB-PA). O relator da comissão especial é o deputado Aldo Rebelo.

Mortalidade infantil causada por diarreia cai 93,9% em 25 anos no país

Dado foi divulgado nesta quinta-feira pelo Ministério da Saúde
Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (19) pelo Ministério da Saúde, a Saúde Brasil 2008, mostra que o número de crianças com menos de um ano que morreram por diarreia no Brasil caiu 93,9% entre 1980 e 2005. Nesse ano, foram 1.988 mortes, contra 32.704 em 1980. Em 2000, foram 3.004 óbitos.

De acordo com o ministério, essa redução fez com que a diarreia passasse da segunda para quarta posição em número de mortes de crianças com menos de um ano. A primeira causa de morte entre bebês são as afecções perinatais, que afetam as crianças até os sete dias de vida. Todas as causas, diz o ministério, sofreram redução no mesmo período.

No país, a taxa global também caiu no período entre 1990 (47,1 mortos por mil bebês nascidos vivos) e 2007 (19,3), em uma redução média de 59,7%. A meta é chegar a 14,4 mortes por mil vivos até 2015.

As regiões Norte e Nordeste, entre 2000 e 2007, foram responsáveis por mais de 50% dos óbitos do país. A meta do ministério é reduzir em 5% ao ano o número de mortes de crianças com menos de um ano de idade no Nordeste e na região da Amazônia Legal.

Grávidas

O número de grávidas que fizeram sete ou mais consultas de pré-natal também subiu, de acordo com o Ministério da Saúde – de 47,5% em 1996 para 63,7% dez anos depois. O número de partos ocorridos em hospitais passou de 84,5% para 97,9% no mesmo período.


Autor: Do G1, em Brasília
Fonte: G1

Ação criminosa e vergonhosa no Curso de Medicina da Unir

Por: Paulo Ayres - As ocorrências de casos de calúnia, difamação, constrangimentos, ameaças, agressões e assédio moral no Curso de Medicina da Fundação Universidade Federal de Rondônia, de acordo com denúncia veiculada na imprensa, são constantes. Não é para isso que milhões de brasileiros e eu estamos pagando com nossos impostos, o Curso de Medicina para (alguns) transloucados acadêmicos, que deliberadamente e de forma organizada promovem seguidas ações criminosas de retaliações, ao grupo de estudantes que foi beneficiado através de ação judicial.

Os recentes episódios envolvendo uma estudante da Universidade Bandeirante e um grupo de alunos do Curso de Medicina da Fundação Universidade Federal de Rondônia (não estou generalizando), sugerem a adoção urgente de medidas de cunho pedagógico, mas também na área jurídica.

No caso da estudante do Curso de Turismo da Universidade Bandeirante, verifica-se uma série de transgressões, inclusive da própria instituição de ensino. Não se constata pelas imagens exibidas na imprensa a prática de nudismo, exposição erótica ou provocação sexual. O que se observa infelizmente é a presença de delinqüentes universitários, provocando tumulto em ambiente acadêmico, humilhando, promovendo constrangimentos e colocando até mesmo em risco a integridade física da vítima.
O pior de tudo é a decisão adotada pela direção da universidade, ao expulsar sumariamente a estudante que tentou estudar trajando um vestido insinuante, mas recomendado para um evento social. Esta decisão respaldada no frágil argumento de questão de ordem moral reforça a ação daquela multidão de delinqüentes, gritando como cães raivosos, insultando e agredindo a coitada da estudante. Voltamos à idade da pedra.

No caso de Rondônia, o comportamento de alguns estudantes e professores do Curso de Medicina da Fundação Universidade Federal de Rondônia vem merecendo um acompanhamento da sociedade, das organizações de direitos humanos, e da própria instituição de ensino superior. O grupo de estudantes que conseguiu se matricular no Curso de Medicina da Unir, por decisão judicial, vem sofrendo uma série de retaliações, que já descambaram mesmo para a prática criminosa.

Criminoso tem que ser tratado como criminoso. Desde o início deste problema, observei com certa perplexidade e preocupação enquanto Professor, a postura de alguns mestres da Unir, de certa forma, encorajando os posicionamentos radicais de retaliações. De repente, o ingresso destes quatro alunos transformou-se no maior problema para o Curso de Medicina da Unir. Com tantas dificuldades de ordem pedagógica ainda a serem superadas, resolveram simplesmente crucificar, quatro jovens universitários.

E estes jovens vêm sendo crucificados simplesmente porque cometeram o “pecado” de ter sido favorável a ação movida por eles, na Justiça Federal, permitindo seus ingressos no Curso de Medicina. A ameaça a integridade física destes acadêmicos é constante. Os mesmos se encontram marginalizados, escorraçados, segregados e agredidos moralmente, diariamente. Além disso, sofrem por parte de alguns delinqüentes universitários, constrangimentos e a prática lastimável do assédio moral.

E tudo isto vem acontecendo em ambiente acadêmico, sendo de amplo conhecimento da coordenação do Curso de Medicina da Unir, e aí, cabem várias perguntas: o que tem sido feito para reverter esta situação? Que medidas esta coordenação vem adotando para garantir um ambiente seguro e digno para estes jovens? Que medidas a coordenação adotou para pelo menos inibir a ação destes delinqüentes que ao invés de estudarem partem para a prática de ações criminosas?

O curioso deste caso envolvendo o Curso de Medicina da Unir, é que não se registra protestos, críticas ou até mesmo denúncia a ação do juiz federal autor desta sentença que permitiu a quatro jovens, além dos aprovados no vestibular, a se matricularem e freqüentarem regularmente o curso. Nada, nada e nada, estes delinqüentes preferem mesmo atingir a parte mais fraca, seus colegas, que simplesmente buscaram seus direitos, não causando nenhum prejuízo aos que foram aprovados no concurso vestibular.

Diante da gravidade desta situação, e uma vez que o problema vem se arrastando ao longo dos tempos, também deve ser responsabilizado solidariamente em todos os processos civis e criminais, todos aqueles professores que de forma direta ou indireta, contribuam para o acirramento ou a permanência de tais fatos. Seguidos processos civis em busca de indenizações por danos morais, acompanhados dos devidos processos criminais devem ser ajuizados, visando se extirpar do meio acadêmico esta prática criminosa, odiosa e vergonhosa.

Além disso, o Ministério da Educação também deve ser acionado, visando a instauração de processos administrativos (garantindo o direito de ampla defesa), para funcionalmente apurar eventuais desvios de condutas por parte de professores e em caso positivo, eliminar-se no âmbito acadêmico este tipo de profissional, expulsando a bem do serviço público e da educação brasileira.

Com absoluta certeza, após as condenações iniciais, com pagamento de indenizações às vítimas, a situação tende a se normalizar. Além disso, logo após a primeira condenação de reclusão, tirando no caso a condição de réu primário, muitos destes afoitos, pensarão duas vezes antes de fazer bobagem.

Se alguém ainda se incomoda com as presenças destes jovens, que então processem o juiz, recorram da decisão do magistrado, ou façam denúncia ao Conselho Nacional de Justiça. O que é inadmissível é a sociedade observar este tipo de comportamento. Também deve ser levado em consideração desde já, quanto a conduta destes futuros profissionais da medicina. Quem adota esta prática nazista de “torturas” e perseguições estará efetivamente qualificado a salvar vidas?

Paulo Ayres: Radialista, Jornalista, Professor Especialista, Tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos e Técnico Legislativo. (contatos: 69-8116-9750/ email: pauloayres_jornalista@hotmail.com )

Papudiskina - Crônicas Políticas e Cotidianas - Daniel Oliveira da Paixão

Cassação de Valdivino Tucura
O PRP perdeu o seu único representante na Assembléia Legislativa de Rondônia por culpa da lambança de seus dirigentes em nível nacional que, segundo denúncias, aceitaram dinheiro de Ana Maria Gurgel para lançá-la candidata a presidência da República. Depois, inexplicavelmente, disseram que ela não seria mais candidata, mas já haviam assinado ata homologando sua candidatura. A candidata conseguiu levar avante, mesmo sem o apoio dos dirigentes nacionais. Em razão disso, por conta da verticalização, muitas candidatos foram prejudicados em todo o país. Em Rondônia, o TRE deu posse a Valdivino Tucura, mas desde os primeiros dias de sua posse os que se sentiam com alguma chance de ocupar uma cadeira caso a coligação PRP/PSDB fosse desfeita não perderam tempo e foram à luta. Claro que em razão dessa situação um tanto confusa, cabe recurso ao TSE. Afinal, a candidata do PRP não teve o apoio dos líderes do partido. Entretanto, o próprio TSE deu ganho de causa a Ana Maria Gurgel e a manteve candidata durante todo o processo. Então, o jeito é esperar para ver no que dá. Uma coisa é certa: o Valdivino Tucura foi prejudicado em razão da irresponsabilidade dos dirigentes de seu partido que não se preocuparam em avaliar essa questão. Afinal, se sabiam que o partido tinha candidata em nível nacional, ainda que contestada pela direção do partido, deveriam ser precavidos. Eles sabiam no que isso poderia desembocar. O que me parece é que ela teve todo o apoio para lançar-se candidata e depois os caciques, vislumbrando ser mais conveniente não lançar candidato próprio, quiseram tirar o corpo fora. Só se esqueceram de pegar um documento escrito em que a então candidata renunciaria à sua pretensão.

Expedito Júnior, o bode expiatório
Ficou complicada a situação do Senado com a tentativa de manter o senador Expedito Júnior, apesar da decisão do STF de dar posse imediata a Acir Gurgacz. (Felizmente o próprio Expedito retirou o recurso à Mesa e Acir foi empossado). É inadmissível que qualquer órgão do Legislativo ou Executivo deixe de cumprir uma decisão judicial do STF, pois isso representa um golpe contra a própria democracia. Não se trata aqui de dizermos se o senador cassado foi injustiçado ou não. Eu, particularmente como cidadão, não consigo ver razões que embasem a cassação de Expedito Júnior, visto que muitos outros candidatos, igualmente foram denunciados por compra de votos e permanecem até hoje em seus respectivos cargos. Aqui mesmo em Rondônia, especificamente na região de Cacoal e Ministro Andreazza, há relatos de candidatos que foram flagrados pagando lanche para eleitores no dia da eleição, distribuindo combustível ou até entregando quantias em dinheiro. Eu penso que houve injustiça nessa cassação de mandato do senador, uma vez que não se aplicou o princípio da isonomia. Ora, se houve indícios de que o senador cassado Expedito Júnior comprou votos, também os demais denunciados deveriam ter sido cassados. O problema é que a Justiça é mais justa para uns do que para outros. Lamentável dizer isso, mas basta a gente olhar para o caso de Cacoal. Cassaram o Val da Rondonia Veiculos, mas igualmente outros candidatos cometeram os mesmos deslizes durante a campanha e continuam como vereadores. Claro que não são todos, mas se a gente ler o que foi publicado nos sites e jornais de Rondônia a respeito de certos concorrentes à Câmara de Vereadores vamos perceber que outros mereceriam a mesma sorte. Então o que se percebe é que uns têm a sorte de conseguir tornar as provas menos claras. Outros, talvez por inexperiência, acabam como bodes expiatórios. Mas, enfim, pelo menos alguns foram cassados e talvez isso sirva para inibir os demais candidatos e, com isso, as futuras gerações terão eleições mais justas e equilibradas. O sonho de todo brasileiro que lute pela democracia é ver eleições limpas e com candidatos disputando o pleito em condições de igualdade. O certo é que eleitor precisa escolher de forma mais consciente os seus candidatos e não olhar apenas as supostas conveniências.

Não será fácil a situação de Acir
O grande problema é que, invariavelmente, todas as posses que ocorrem após a cassação de algum político são bastante problemáticas. Como a Legislação não impede que candidatos considerados "fichas sujas" possam disputar as eleições, muita gente é eleita mesmo tendo vários processos na justiça. Não estou lançando dúvidas sobre a conduta de Acir. O que a gente sabe é que ele tem muitos processos na justiça. Alguns, claro, são apenas implicância de seus adversários. Não dá para acreditar que os 200 processos citados pela Folha de São Paulo realmente resultem em alguma condenação Aliás, o próprio Acir justifica que boa parte desses processos são trabalhistas em decorrência dele ter uma empresa de ônibus. Além disso, quem tem muitos adversários políticos, como ele, sempre vão ser alvo de muitos processos. O que se espera é que o Judiciário acelere o julgamento desses processos e o povo de Rondônia possa, enfim, saber se ele pode ou não continuar nos representando no Senado Federal. Todos nós queremos que nossos representantes sejam pessoas íntegras, merecedoras não apenas de nosso voto, mas também de nossa confiança. Ter muitos processos na justiça não é problema, desde que, ao final da apuração, fique provado a inocência do denunciado. Agora o que não podemos aceitar é que o Congresso Nacional continue com essa imagem desgastada. O que se espera é que, no futuro, os nossos legisladores criem mecanismos para barrar os realmente fichas sujas. Acredito que os condenados em segunda instância já deveriam ser impedidos de lançar-se candidatos. Depois, provando a inocência, teriam os seus direitos restabelecidos. O senador empossado disse, inclusive, que se depender dele, um projeto de lei barrando os fichas sujas será aprovado pelo Congresso Nacional.




Elementos perigosos que agiam na região de Ouro Preto do Oeste foram presos pela Polícia Civil e GIC

Elementos considerados de alta periculosidade e que vinham aterrorizando a comunidade de Ouro Preto do Oeste (RO) e região, foram presos neste domingo por policiais civis lotados em Ouro Preto do Oeste, comandados pelo delegado Cristiano Lopes Ferreira e policiais do GIC – Grupo de Investigações e Capturas, comandados pelo delegado Jeremias Mendes. Aderaldo Bernardes Dutra, vulgo Lima (foragido de Machadinho do Oeste), Eron Ferreira Cavalvanti e Leomar Paiva Lopes, acusados de vários crimes já estão na cadeia.

A Polícia informou que Eron Cavalcanti foi preso, no domingo, na cidade de Jaru acusado de ter participado do roubo de uma Joalheria dias antes. No momento da prisão o suspeito tinha jóias e dinheiro roubados. Ele confessou a prática do crime e afirmou que seu comparsa Leomar – que já tinha sido preso – ficou com as demais jóias e não lhe repassou o dinheiro roubado.

Outros presos
No trabalho conjunto, a Polícia prendeu também Ronaldo Ozório da Silva. Ele tinha em seu poder, três parangas de cocaína e R$ 170,00. Foi autuado pela autoridade policial pela prática do tráfico de drogas. Ele foi preso por policiais do SEVIC – Serviço de Investigações e Capturas lotados no município de Urupá, no sábado. Em Mirante da Serra, policiais militares prenderam, também no sábado, Claudevan Dantas Sá. Ele foi autuado por furto.

Já Célio Fernando Freitas, foi preso e autuado pela prática de furto, disparo de arma de fogo e corrupção de menores. Ele é acusado de furtar oito cabeças de gado da fazenda de seu irmão. A Polícia foi acionada e quando chegou, Célio efetuou disparos de arma de fogo contra uma guarnição da Polícia Militar, tendo os policiais revidado os disparos e posteriormente efetuaram a prisão de Célio. Junto com ele estava um adolescente que ajudou a praticar o furto.

Foragido
De acordo com a Polícia, Aderaldo Fernandes Dutra, vulgo Lima, também preso, era foragido da Cadeia de Machadinho do Oeste, responde pela prática de homicídio e é suspeito da prática de vários delitos em toda região Central do Estado. Além de foragido constava contra ele um Mandado de Prisão. Maria Madalena que é amásia de Aderaldo, foi presa por posse de munição.

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PC – RO – Lenilson Guedes

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